João Paulo Naves Fernandes
Ninguém conhece
minha dor.
Meus olhos
treinaram alegria,
consegui esconder
meus sofrimentos.
Todos
me veem alegre,
divertem-se comigo,
não sabem
o que guardo.
Cada um
com sua dores
mudas...
Vem um dia,
vai outro,
assim vão seguindo
dias sem fim,
enquanto celebro,
silenciosamente,
alegres ausências.
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