SE NÃO FOSSEM AS MANHÃS...
João Paulo Naves Fernandes
Ah...se não fossem as manhãs,
como adormeceriam meus sonhos?
Precisam sentir-se realizados.
Sonhos que sobrevivem acordados.
Como podem ter seus olhos abertos?
Ah...viver com os sonhos nas mãos...
Ah...manhãs poderosas
que nos redimem
das incertezas,
nos cobrem de esperanças.
Ah...que sou todo manhãs,
de Sol aberto,
nuvens pintadas
espalhadas por pincéis
no azul celeste.
Trago as manhãs
para as tardes,
e as tardes clamam
às noites
por sonhos.
Assim,
vivo de sonhos...
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